sexta-feira, 27 de novembro de 2009

O Deus provedor.

Manoel Luís Ferreira

Gênesis - 22 - 1 : 18

Eu creio que cada um de nós já foi provado por Deus nas mais diferentes situações. Mas, nunca fomos provados da maneira que o fora Abraão. Porque Deus nunca pediu para nenhum de nós sacrificar um dos nossos filhos. Esta foi a maior prova na vida de Abraão. Deus pediu seu único filho.
Abraão era um homem de muita fé em Deus! Era um homem que tinha uma vida íntima com Deus, ao ponto de ser chamado amigo de Deus (Isaías 41:8). Na maioria dos relatos acerca da vida de Abraão, é destacado por Moisés a fé e a obediência de Abraão para com Deus.
Apesar de toda fé e obediência de Abraão, ele não é a personagem mais importante neste relato. A personagem mais importante neste relato é o Grande e Poderoso Deus de Moisés, de Abraão e de Isaque. O Deus de cada um de nós. Ele é o Deus que providencia vida quando homens como nós estamos em uma situação de morte. Pois, Ele é...

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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

ESPALHAR E RECOLHER


Mateus 
13:1-9

Em algumas regiões as pedras são uma constante lembrança de que a crosta do solo repousa numa fundação rochosa. Os agricultores sabem que as pedras parecem emergir da terra. Todo ano precisam recolhê-las antes de espalhar as sementes, mas não demora muito e outras pedras aparecem de novo. Havia um solo rochoso na Palestina, onde Jesus contou suas parábolas. As histórias se relacionavam com a vida diária do povo. Jesus falava da vida na casa e no campo. Mas aquelas histórias simples tinham significado profundo. Jesus as usou para ajudar as pessoas a ver fatos extraordinários sobre a nova vida no reino de Deus.

Jesus fala de semeadura em diferentes solos. A semente, na verdade, é a Palavra de Deus, que se espalha por todos os lugares. Mas a recepção da semente tem suas diferenças quando cai nos corações humanos. Algumas pessoas rejeitam a Palavra de Deus. Outras a recebem, mas seus corações são pedregosos. Não há espaço para a semente crescer. As distrações da vida sufocam as sementes que estão começando a germinar. Mas, outras, caem em corações receptivos e a Palavra de Deus e seu amor crescem, produzindo sólida colheita.

Ore

Senhor, preparas-te o solo do nosso coração, retirando as pedras e semeando a tua Palavra. Que ela possa germinar, crescer e frutificar. Que seus ramos se tornem abrigo para conforto dos que sofrem, e seus frutos alimentem os corações. Amém.

Pense

As distrações da vida sufocam as sementes que começam a germinar.

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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Pesquisa mostra as cidades mais perigosas para os jovens

15 milhões de jovens estão expostos a violência nas cidades onde moram, diz pesquisa divulgada nesta terça-feira (24) em São Paulo.

Carlos Moreira Maceió, AL


José Jackson Oliveira, 21 anos, estudante. Morto a tiros na periferia de Maceió. "Meu filho era um rapaz de bem. Ele vinha vindo da igreja da comunidade, para ajudar as pessoas e não o mal a ninguém", disse a mãe, Maria de Fátima Oliveira.

A violência contra jovens não surpreende mais os moradores. Uma pesquisa liderada pela ONG Fórum Brasileiro de Segurança Pública revelou que Maceió é a capital mais violenta do país para jovens com idade entre 12 e 29 anos.

"Dessa falta de perspectiva de futuro, de que o futuro é possível, um futuro melhor, leva à essas consequências trágicas. Não podemos mais nos furtar a isso. Os governos não podem mais fazer apenas políticas sociais paliativas", afirma a Socióloga da Universidade Federal de Alagoas, Belmira Magalhães.

Logo atrás de Maceió, entre as capitais, estão Porto Velho e Recife. O que mais surpreendeu os pesquisadores foi a constatação de que a violência ultrapassa os limites das grandes cidades brasileiras. Entre os dez municípios que mais oferecem perigo aos jovens, apenas um tem mais de 500 mil habitantes.

Itabuna, no sul do Bahia, tem 200 mil habitantes e foi apontada como a cidade mais perigosa para jovens. "Dois elementos são importantes balizadores da pesquisa: pobreza e desigualdade social. Isso é uma herança histórica da Bahia", afirma o Secretário de Justiça da Bahia, Nelson Pelegrino.

Marabá, no Pará, ficou em segundo lugar e tem o pior indicador de frequência escolar e emprego. Foz do Iguaçu, no Paraná, aparece em seguida. Ali, o maior problema é o número de homicídios. "Existem fatores que fogem do âmbito da atuação da policia que levam o jovem a procurar na região de fronteira a oportunidade que ele encontra no tráfico de drogas, no tráfico de armas e no contrabando", explica o Secretário de Segurança do Paraná, Luiz Fernando Delazari.

Completam a lista, as cidades de Camaçari; Governador Valadares; Cabo de Santo Agostinho; Jaboatão dos Guararapes; Teixeira de Freitas; Linhares e Serra.

Para fazer o ranking, os pesquisadores analisaram números de assassinatos, mortes no trânsito, índices educação e renda em mais de 250 municípios.

São Carlos, São Caetano do Sul e Franca, todas em São Paulo, foram apontadas como as cidades onde jovens estão menos expostos ao perigo. Entre as capitais, São Paulo, Brasília e Goiânia tiveram os melhores conceitos.

Fonte: Globo.com

São Paulo tem mais de 1% dos homicídios do mundo

São Paulo
Números colocam a cidade como a 4ª capital mais violenta do Brasil
Depois de forte aumento nos anos 80 e 90, as mortes por homicídio diminuíram na cidade de São Paulo nos últimos anos. Entre 2001 e 2002, caíram 9%.

Os números do último trimestre do ano passado mostram uma redução ainda maior, de 16%, em relação ao mesmo período do anterior.

Os números absolutos, no entanto, mostram um cenário pior do que o de muitas guerras. Mais de 6 mil pessoas perderam a vida na capital paulista em 2002, uma proporção de 58 mortes por 100 mil habitantes.

De acordo com cálculos da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1% dos 520 mil homicídios que ocorreram no mundo em 2000 foram cometidos na cidade.

Esses números não incluem mortos em guerras ou outros conflitos nem suicídios. Apenas os óbitos resultantes de violência interpessoal.

A participação da cidade na população mundial, estimada pela ONU em 6,1 bilhões de pessoas, é de apenas 0,17%.

Quarta mais violenta

A média de 58 homicídios por 100 mil habitantes coloca São Paulo como a quarta capital mais violenta do país – depois de Recife, Cuiabá e Porto Velho.

Homicídios nas capitais (Mortes por 100 mil habitantes, em 2000)
1 - Recife: 67,4
2 - Cuiabá: 65,6
3 - Porto Velho: 60,7
4 - São Paulo: 58,5
5 - Vitória: 54,4
6 - Rio de Janeiro: 49,5
7 - Boa Vista: 46,4
8 - Macapá: 43,4
9 - Maceió: 37,9
10 - Campo Grande: 37,2
11 - Rio Branco: 35,2
12 - Aracaju: 33,6
13 - Brasília: 33,5
14 - Manaus: 32,4
15 - João Pessoa: 31,9
16 - Porto Alegre: 30
17 - Belo Horizonte: 28,2
18 - Fortaleza: 24,3
19 - Goiânia: 22,2
20 - Belém: 21,9
21 - Palmas: 21,8
22 - Curitiba: 21,1
23 - Teresina: 20,3
24 - São Luís: 14,9
25 - Salvador: 11,8
26 - Florianópolis: 11,1
27 - Natal: 6,7
Média nacional: 39,7
Fonte: Ministério da Saúde

Mas os números situam a cidade como uma das mais violentas do mundo, com índice de homicídios inferior apenas a lugares como Medellín e Cali, na Colômbia, Cidade da Guatemala e San Salvador.

Os índices de homicídio em São Paulo variam muito nos diversos bairros da cidade – e invariavelmente são muito superiores na periferia do que nas áreas centrais, mais policiadas e habitadas por membros da camada mais rica da cidade.

Os índices de homicídio variam de dez por 100 mil habitantes na região de Pinheiros, de classe média e a poucos quilômetros do centro, a 103 por 100 mil (uma morte a cada mil habitantes por ano) em Parelheiros, no extremo sul da cidade, já na divisa com a Serra do Mar.

E entre essa população, os homens jovens são as maiores vítimas. Os homicídios são a principal causa de mortes entre os homens de 10 a 49 anos, à frente de doenças do coração e acidentes de trânsito. Na população total, os assassinatos são a terceira causa de mortes na cidade.

Um relatório mundial sobre violência e saúde, publicado no ano passado pela OMS, estima em 1,6 milhão o número de mortes violentas no mundo em 2000, uma proporção de 28,8 por grupo de 100 mil.

Os homicídios representam um terço desse total – 8,8 por 100 mil. A média paulistana é mais de seis vezes superior.

No Brasil como um todo, o índice de homicídios é de 26 por 100 mil habitantes. Nas capitais, é de 40 por 100 mil.

Situação invertida

O relatório da OMS também mostra que, no mundo, os suicídios respondem por metade das mortes violentas, enquanto os homicídios por um terço e as mortes relacionadas a guerras representam 18% do total.

Já nas Américas, a situação se inverte. O índice de suicídios passa para oito por 100 mil, enquanto os homicídios sobem para cerca de 19 por 100 mil. Todos os números, porém, muito inferiores aos verificados em São Paulo.

Favela na periferia de São Paulo
Programas sociais reduziram violência na periferia, diz estudo

"São Paulo é uma cidade terrível, do ponto de vista da convivência humana", diz o sociólogo Fernando Afonso Salla, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (USP).

Salla nota que o aumento da violência levou à perda dos espaços públicos de convivência e à procura cada vez maior, principalmente nos últimos 20 anos, de estratégias individuais de segurança.

"Cresceram muito nos últimos anos a blindagem de carros, grades nas casas. Tudo isso torna a convivência na cidade muito complicada", afirma.

Para uma diminuição efetiva da violência, o sociólogo aponta a necessidade de investimento pesado em programas sociais, para integrar à sociedade as camadas mais pobres, dos bairros periféricos, ao mesmo tempo em que defende uma reforma no sistema policial e penitenciário, para acabar com as fugas nas prisões, e judiciário.

"É a dobradinha de sempre, investimento na diminuição da exclusão social e econômica de um lado e no aumento da eficiência da polícia do outro", afirma.

Programas

Um estudo da prefeitura afirma que a violência caiu mais nos bairros da periferia onde foram implementados programas de inclusão social e complementação de renda.

São Paulo: homicídios por bairros (Mortes por 100 mil habitantes em 2002) - Os mais violentos
1 - Guaianazes: 115,5
2 - Parelheiros: 106,7
3 - Brás: 106,6
4 - Grajaú: 88,3
5 - Jardim Angela: 88,1
Fonte: Secretaria Municipal da Saúde

De acordo com o estudo, a taxa de homicídios diminuiu nos 50 distritos administrativos onde os programas foram implementados. Na média, a redução foi de 10,7%, mas a queda foi maior (de 14,4%) nas regiões onde os programas sociais foram colocados em prática há mais tempo.

Nos distritos que ainda não foram atendidos pelos programas sociais, o índice de homicídios também caiu, mas a queda foi menor (de 7,7%).

São Paulo: homicídios por bairros (Mortes por 100 mil habitantes em 2002) - Os menos violentos
1 - Anhanguera: 10,2
2 - Santana: 11,6
3 - Socorro: 18,4
4 - Barra Funda: 24,4
5 - Rio Pequeno: 30,1
Fonte: Secretaria Municipal da Saúde

O estudo também mostra que a violência diminuiu em sete dos dez distritos que em 2000 eram classificados como os mais violentos. Três deles deixaram a lista.

Nos bairros periféricos de Cidades Tiradentes e Brasilândia, ambos com índice de homicídios superior a 100 por 100 mil no ano 2000, as mortes caíram quase 30% entre 2001 e 2002.

No Jardim Angela, que chegou a ser classificado como o bairro mais violento de São Paulo, no extremo sul da cidade, o índice de homicídios caiu de 110 por 100 mil para 89 por 100 mil.

Fonte: BBC Brasil.com

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Procuradoria pede que a Igreja da Cientologia seja banida da França














Sem status de religião no país, seita é julgada por suspeita de fraude.
Organização nega fraudes e diz que acusação viola liberdade de religião.
A procuradoria francesa pediu nesta segunda-feira (15) que a Justiça dissolva o ramo francês da Igreja da Cientologia, que está sendo julgada por acusações de fraude.
Registrada como religião nos EUA -onde tem adeptos como os atores Tom Cruise e John Travolta-, a Cientologia não tem esse status na França.
A igreja nega as acusações de fraude e diz que as acusações violam a liberdade de religião.
O julgamento da Cientologia começou em 25 de maio. Além das Asociação Espiritual de Cientologia, nome com o qual a seita está registrada na França, e sua livraria, comparecem à justiça sete membros, incluindo o diretor Alain Rosenberg.
As acusações são de fraude em grupo organizado e exercício ilegal de farmácia. Esta última se refere à distribuição aos membros de vitaminas e tratamentos que são monopólio farmacêutico.
Este é o segundo processo contra a organização na França. Em um primeiro processo em 2003, a seita foi absolvida das acusações de fraude e foi condenada apenas pelo uso de fichas de informática de antigos membros.

G1/NC